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Lubavitch Magazine (LM) bateu um papo com Beth Logemann, freqüentadora assídua das aulas de Kabbalah do Beit  Lubavitch há mais de quatro anos. Leia a seguir.

 LM – Com essa imensa oferta de diferentes cursos no mercado, por que você decidiu estudar os conceitos da Kabbalah?

 Beth Logemann – Eu não sabia nada sobre a Kabbalah, até assistir a uma palestra na PUC, dada pela esposa do Rabino Mendel, Mimi Liberow. Senti, naquele momento, uma curiosidade enorme de conhecer a Kabbalah.

 LM – O que representa a Kabbalah para você? 

 Beth – Um modo de pensar, de sentir. É um pensamento que está na minha cabeça diariamente e me traz um bem-estar. Você se sente bem, faz os outros se sentirem bem também e, assim, você se sente melhor ainda.

 LM – Descreva algo que você estudou e marcou muito.

 Beth – Eu não imaginava que na Kabbalah o ser mais importante fosse D-us, um D-us único, do bem, e que a importância de D-us está em tudo.  

 LM – É possível aplicar os ensinamentos da Kabbalah ao cotidiano?

 Beth – Fico admirada de ver a rapidez com que ponho em prática aquilo que aprendo. Saio dos encontros e, de imediato, faço uso do que aprendi na família, no trabalho, nas atitudes e no próprio pensamento.

 LM  – Você gostaria de deixar uma mensagem para os leitores?

Beth – Acho que esse estudo não pode ser só de um ano. A gente vai se descobrindo, vão surgindo maneiras diferentes de olhar o mundo, vamos crescendo e, cada vez mais, querendo entender as coisas. As pessoas devem se dar a oportunidade de se ouvir, de serem curiosas. A Kabbalah nos dá a luz, mostra um caminho.