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 30 ANOS   DE MUITO TRABALHO, FÉ E LUZ

 “Não será uma missão fácil, mas terãoNa chegada.jpg sucesso” 
  Rebe  de Lubavitch

Nascido na França, em 1958, de família tradicional, avô e pai Rabinos, Mendel Liberow partilhava a mesma vocação. Em nenhum momento foi persuadido a seguir o caminho dos antepassados, apenas exerceu seu livre arbítrio e deu início a sua trajetória. Na sua família a tradição de servir os outros é muito forte e esta é uma das principais funções de um Rabino. Poder contribuir para que as pessoas possam conhecer e compreender as suas origens, seu passado era uma de suas vocações. Ele sentia isso.

Quando ainda era noivo de sua esposa, Mimi, em Nova Iorque, o Rabino enviou uma carta para o Rebe de Lubavitch, solicitando orientação para os seus caminhos. Naquela época receberam uma proposta de morar e desenvolver um trabalho na cidade brasileira de Porto Alegre. Na carta questionaram se aquele deveria ser o destino do casal. O Rebe respondeu de forma direta e convicta:

- Não será uma missão fácil, mas terão sucesso!

Acreditaram nesta indicação e rumaram para o sul do Brasil. Chegaram a Porto Alegre em março de 1981. Superaram a fase de adaptação e começaram a “plantar suas sementes” na comunidade local. “Trabalhamos com todos os clubes, sociedades, famílias, hospitais, escolas, sinagogas e instituições judaicas de Porto Alegre. Nunca ignoramos ninguém de outra etnia, crença ou origem. Sem nenhuma restrição, nosso trabalho começou a se propagar”, relembra o Rabino.

O que chamou a atenção do Rabino logo que teve contato com a comunidade hebraica local foi a pouca participação dos jovens nas instituições judaicas. “Quando cheguei, constatei que apenas os avós, estavam envolvidos. Onde estavam os pais, os filhos e as filhas? Não havia envolvimento das gerações mais jovens. Porém, isto está mudando. Atualmente a comunidade judaica está se renovando. Os jovens estão mais participantes”, destaca.

A sua integração com a comunidade em geral, não judaica, foi muito aberta e ampla. Não houve nenhum tipo de preconceito. “Não tivemos nenhuma restrição, lidamos apenas com a falta de conhecimento. Esta falta de informação gerou apenas curiosidade. Já fui até convidado para fazer uma palestra para os membros da Catedral Metropolitana de Porto Alegre, totalmente lotada, na maior harmonia”.

O trabalho do Rabino também incentivou a comunidade judaica a comemorar as suas datas festivas, algo que não era valorizado na época de sua chegada. Um exemplo disto é a festa do Chanucá, Festa das Luzes, hoje bastante cultuada. O Rabino inovou ao lever o judaísmo para o âmbito público. Foram erguidos, por iniciativa dele, uma menorá, candelabro tradicional da festa de Chanucá, em praça da Avenida Goethe e nos Shopping Center Iguatemi e Praia de Belas. Sua contribuição também ultrapassou a barreira das diferenças linguísticas. Hoje praticamente todas as sinagogas possuem a integridade de seus livros em hebraico e, traduzidos para o português. 

Desta forma, integrando ainda mais as famílias judaicas. “Levamos nossa história para as ruas, praças, escolas e bairros. Queremos continuar fortalecendo nossa cultura. Nossa mensagem está se propagando”, alegra-se o Rabino.

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Estar inserido integralmente na comunidade onde vive é para o Rabino uma grande conquista. Porém ele não irá parar. Seu trabalho continua, sua contribuição continua para todos os moradores de Porto Alegre. Seus olhos se enchem de luz quando falamos de sua missão. E o Rebe estava mais uma vez certo. Houve dificuldades e percalços, mas podemos afirmar que foi, e ainda é, uma caminhada de vitorioso sucesso.


 

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